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Cadeias produtivas são responsabilizadas por trabalho escravo

Rafael Silva

O Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio do projeto Reação em Cadeia, intensificou o combate ao trabalho escravo em cadeias produtivas, firmando 9 termos de ajuste de conduta e ajuizando 5 ações civis públicas contra empresas líderes de seus setores. O órgão responsabiliza grandes empresas que adotam uma postura de "cegueira deliberada", considerando que assumem o risco de ocorrência ilícita ao não monitorarem seus fornecedores. Mais de 50 grandes empresas já foram notificadas, com R$ 48 bilhões em mercadorias e serviços rastreados. Ações judiciais já cobram centenas de milhões de reais de empresas como CBS, Caril e RR Comércio de Carnes. O MPT exige que as empresas monitorem e fiscalizem suas cadeias, identifiquem fornecedores e realizem auditorias rigorosas, inclusive surpresas, para erradicar o problema.

30/04/2026
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Resumo

O Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio do projeto Reação em Cadeia, intensificou o combate ao trabalho escravo em cadeias produtivas, firmando 9 termos de ajuste de conduta e ajuizando 5 ações civis públicas contra empresas líderes de seus setores. O órgão responsabiliza grandes empresas que adotam uma postura de "cegueira deliberada", considerando que assumem o risco de ocorrência ilícita ao não monitorarem seus fornecedores. Mais de 50 grandes empresas já foram notificadas, com R$ 48 bilhões em mercadorias e serviços rastreados. Ações judiciais já cobram centenas de milhões de reais de empresas como CBS, Caril e RR Comércio de Carnes. O MPT exige que as empresas monitorem e fiscalizem suas cadeias, identifiquem fornecedores e realizem auditorias rigorosas, inclusive surpresas, para erradicar o problema.

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