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Nove em cada dez mortes maternas no Brasil poderiam ser evitadas

Késsy Balog

Apesar dos avanços na assistência à gestação e ao parto, o país ainda registra mais de mil óbitos maternos por ano e enfrenta desafios para reduzir esses números. Apenas em 2024, foram 1.347 mortes registradas. O que representa 56,4 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. A doutora Inessa Beraldo de Andrade Bonomi, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrago), destaca que o país precisará fortalecer a rede de assistência para alcançar melhores resultados.

02/06/2026
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Resumo

Apesar dos avanços na assistência à gestação e ao parto, o país ainda registra mais de mil óbitos maternos por ano e enfrenta desafios para reduzir esses números. Apenas em 2024, foram 1.347 mortes registradas. O que representa 56,4 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. A doutora Inessa Beraldo de Andrade Bonomi, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrago), destaca que o país precisará fortalecer a rede de assistência para alcançar melhores resultados.

mortalidade materna, gestação, gestantes, puerpério, parto, pré-natal

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