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Entenda quem são os supremacistas brancos protegidos por Trump

Breno Zonta

No último sábado (4/7), os Estados Unidos comemoraram 250 anos de independência, mas o que deve ficar para os livros de história foi uma cena capturada pelo fotógrafo Cheney Orr, da agência de notícias Reuters. A imagem mostra uma mulher sentada em um vagão do metrô de Washington, cercada apenas por homens brancos de máscara branca, cobrindo todo o rosto exceto o nariz, de óculos escuros e um boné marrom com a bandeira da organização supremacista ou neofascista Patriot Front. A professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Tatiana Poggi, explica a origem deste movimento e como seus princípios ameaçam as pessoas negras e os imigrantes nos EUA.

09/07/2026
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Resumo

No último sábado (4/7), os Estados Unidos comemoraram 250 anos de independência, mas o que deve ficar para os livros de história foi uma cena capturada pelo fotógrafo Cheney Orr, da agência de notícias Reuters. A imagem mostra uma mulher sentada em um vagão do metrô de Washington, cercada apenas por homens brancos de máscara branca, cobrindo todo o rosto exceto o nariz, de óculos escuros e um boné marrom com a bandeira da organização supremacista ou neofascista Patriot Front. A professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Tatiana Poggi, explica a origem deste movimento e como seus princípios ameaçam as pessoas negras e os imigrantes nos EUA.

EUA, supremacismo, racismo, análise, direitos humanos, diversidade, política

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